O HOMEM E A ADESÃO DA VASECTOMIA NO PROGRAMA DE SAÚDE DO HOMEM EM LAGES–SC

Jamille Rizzardi Lava, Guilherme Augusto Hettwer, Márcio Petenusso, Cleiton Jonei Reginatto, Maria Cristina Subtil, Lourenço Duarte Zanotto, Daniel Duarte Nora, Bruna Hoeller

Resumo


A sexualidade foi sendo construída como um aspecto humano carregado de tabus e dificuldades, apesar de ser campo atrativo de prazer e, com isso, tornar-se elemento importante do desenvolvimento dos humanos e da identidade de cada um. Embora o homem ainda seja um símbolo de poder, parece que a decisão de ter ou não filhos permanece na maior parte com as mulheres. A vasectomia é o modo mais eficaz disponível de contracepção masculina. O procedimento envolve a interrupção ou oclusão dos vasos deferentes, e normalmente é realizada em regime ambulatorial sob anestesia local. O procedimento de esterilização mais comum para as mulheres, laqueadura tubária, exige entrar na cavidade peritoneal para acessar as tubas uterinas e geralmente é realizada sob anestesia geral. Comparado com a laqueadura, a cirurgia de vasectomia demonstra-se mais segura, menos dispendiosa, e tem um tempo de recuperação significativamente mais curto pós-procedimento. No entanto, em todo o mundo, ligadura tubária é realizada cinco vezes mais do que a vasectomia o que nos aponta uma baixa adesão à aceitação da vasectomia, que pode ser atribuído a uma variedade de razões que necessitam de investigação. Este trabalho teve por identificar os principais motivos que levaram homens, integrantes do Programa de Planejamento a realizar a vasectomia.

Palavras-chave


Vasectomia; contracepção; laqueadura



REVISTA UNIPLAC
ISSN 2447-2107
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