VIVÊNCIAS TEÓRICO PRÁTICAS DO PET GRADUA-SUS ENFERMAGEM NO CAMPO DAS DEFICIÊNCIAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

SONIMARY ARRUDA, Daianne MACHADO BARBOZA, ANA PAULA DA SILVA BARBOZA, ADILSON ANGELO FARIA, LIDIANE KUCZKA, BREENDA KAROLAYNE MACHADO DA SILVA, ERICA ZAMBAM CARDOSO, LARISSA RIZZI SOUZA DE OLIVEIRA

Resumo


Um dos objetivos na formação do acadêmico de enfermagem e bolsista do Programa de Educação pelo Trabalho – PET, é fazer com que o mesmo seja capaz de desenvolver seus conhecimentos técnicos, científicos e tecnológicos no âmbito do Sistema Único de Saúde. Através das vivências que estamos desenvolvendo no sistema público é possível problematizar nossa formação junto com a prática e principalmente ser um profissional diferenciando para atuar neste campo. O presente relato de experiência é oriundo da vivência das Bolsistas no estudo da temática proposta sobre as deficiências, este tema foi abordado em estudo teórico os momentos de tutoria e através de visitas aos serviços de atendimento a pessoas portadoras de deficiência do município de Lages. Dentro da carga horária de preceptoria, que é o momento onde estamos inseridos nos serviços de saúde, agendamos horários para conversar com os representantes das associações de atendimento a pessoas com deficiência e conhecer o espaço físico bem como os trabalhos realizados. Essa visitas ocorreram no mês de julho de 2017, no período vespertino, acompanharam as visitas as bolsistas e preceptores do PET, A primeira visita foi em uma Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, levamos cerca de 2 horas para conhecer a associação. A segunda visita foi na associação para deficientes físicos, e teve duração de aproximadamente 40 minutos. E a ultima associação visitada foi a de deficientes visuais, realizamos a visita em média de 1 hora. Os locais visitados nos possibilitaram a observação das atividades realizadas pelos usuários, como eles aprendem a conviver em sociedade driblando as dificuldades impostas pela vida cotidiana, a praticar exercícios e esportes, além de aprender o braile, e demais ações voltadas ao processo de ensino e aprendizagem, contribuindo não somente para o aprendizado cognitivo como também a socialização. Analisando o campo das políticas públicas de saúde, percebemos que a Atenção Básica é estratégica para a implementação da Rede de Cuidados á Saúde da Pessoa com Deficiência, já possuímos políticas abrangentes, mas ainda encontramos entraves em termos de acesso a saúde dessa população, basicamente podemos dizer que o que falta é trazer o que está escrito no papel para ser aplicado a prática diária. E isso só será possível quando todos os envolvidos estiverem articulados em prol do pleno exercício da cidadania, participando ativamente da vida política não como mero espectador, mas sim como membro do Estado, fazendo valer princípios como a equidade, universalidade e integralidade, resultando em uma sociedade mais justa.

Palavras-chave


DEFICIÊNCIAS; políticas públicas



REVISTA UNIPLAC
ISSN 2447-2107
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