PORTFÓLIO SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Poliana do Prado Andrade, Danielle Zanini, Otávio Manolo dos Santos Valença, Daiane Linz da Silva de Jesus, Schirlei Ferreira, Luciana Vieira Rodrigues, Mário Vitor de Sousa Arruda, Isabela karsten Marques

Resumo


Dentro da Atenção Primária à Saúde (APS) o cuidado pretende-se de base comunitária, com o foco em ações de prevenção de doenças e de promoção de saúde. A saúde mental não está dissociada da saúde geral. Dessa maneira vê-se a necessidade de atentar que muitas demandas de saúde mental estão presentes nas queixas dos usuários da Atenção Básica (AB). Sendo importante a percepção e intervenção por parte dos profissionais de saúde (BRASIL, 2013). Compreendendo a crescente demanda em saúde mental dentro da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) do município de Lages somado ao fechamento de alguns serviços de referência, e a falta de recursos e profissionais. Justificativas estas que acabam aumentando a demanda de saúde mental nas Unidades de Saúde para além receitas ou da renovação de receitas de medicamentos controlados (psicotrópicos). As consequências disto tudo no fazer da APS são a fragilização dos profissionais de saúde (“fazer paliativo”); dificuldade na redução do sofrimento dos usuários (transtorno). Com vistas nas possibilidades existentes em criar um encontro intersetorial entre a rede do território do Tributo com a rede/dispositivos de saúde mental do município objetivamos a partir do convite e participação de figuras representativas das principais instituições públicas presentes no território com representantes dos serviços de saúde mental nesse encontro possibilitar aos profissionais e gestores um espaço de reflexão – crítica e, desenvolvimento de possíveis metodologias de trabalho em rede intersetorial, espaço de escuta e sugestões, por possibilitar aos técnicos mostrarem o processo de trabalho sobre cuidados em saúde mental, tendo oportunidade de conhecimento/ entendimento ampliado sobre esse tema partindo da APS. Dessa forma nosso objetivo foi alcançado, de que os sujeitos que fazem frente aos dispositivos de saúde mental se encontrassem com as demais instituições e políticas públicas do território afim de fortalecer a compreensão da rede e também de potencializar futuras ações intersetoriais, pois compreendemos que o olhar integral aos casos de saúde mental se faz potente através da intersetorialidade.

Palavras-chave


Saúde mental na estratégia de saúde da família (ESF); cuidado em saúde mental; intersetorialidade.



REVISTA UNIPLAC
ISSN 2447-2107
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