SÍNDROME CORONARIANA AGUDA: a dor torácica mais prevalente na sala de emergência.

Eduarda Ugioni Sachet, Camila Capelin

Resumo


Introdução: A dor torácica é o sintoma mais comum na sala de emergência e, desse modo, torna-se um desafio diagnóstico visto que pode compreender um amplo espectro etiológico, englobando desde causas pulmonares e cardiovasculares, como abdominais. Dentre essas causas, a Síndrome Coronariana Aguda (SCA) é a mais vista e a que mais implica em um elevado risco de complicações e de morte ao paciente, caso não seja reconhecida e tratada rapidamente. A SCA consiste em uma queixa, tipicamente, de dor anginosa a qual é referida como dor torácica em aperto ou constritiva que pode irradiar-se para membro superior esquerdo, mandíbula e pescoço e associar-se à náusea e sudorese excessiva. Tal síndrome é ocasionada por isquemia miocárdica aguda que se subdivide em angina instável e infarto agudo. Objetivos: O presente trabalho trata-se de uma revisão bibliográfica especializada, realizada no ano de 2017. Foram efetuadas consultas em livro de Emergências Clínicas e três artigos científicos nacionais datando entre 2012 e 2017, os quais foram pesquisados em bases de dados como, BVS, Lilacs e Scilelo, além de consulta-guia em Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2002. Como critérios de inclusão e exclusão foram utilizados as datas dos artigos, visando trabalhos científicos atuais, os quais corroboram a importância de um diagnóstico preciso para a patologia descrita. A pesquisa foi realizada utilizando palavras-chave como, dor torácica, infarto agudo do miocárdio, síndrome coronariana aguda e medicina de emergência. Considerações parciais: Os resultados dessa revisão mostram que o Infarto Agudo do Miocárdio pode apresentar um quadro clínico típico ou atípico, apresentando sinais e sintomas compatíveis com outros sistemas além do cardiovascular, como respiratório e gastrointestinal. Sendo assim é comum ocorrer um atraso no diagnóstico e no tratamento adequados, elevando o risco de morte do paciente. Concluiu-se então que o reconhecimento precoce da doença é imprescindível para o manejo apropriado do paciente, visando minimizar os danos às células miocárdicas e garantir a sua sobrevida.

Palavras-chave


dor torácica; infarto agudo do miocárdio; síndrome coronariana aguda;medicina de emergência.



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ISSN 2447-2107
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