A EXPERIÊNCIA DO ESTAGIO SUPERVISIONADO NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CRAS) EM UM MUNICÍPIO DE PEQUENO PORTE/SC

Bibiana Cristina Ribeiro, Audrilara Arruda Rodrgues Campos

Resumo


Este relato aborda-se a experiência vivenciada enquanto acadêmica de Serviço Social da Universidade do Planalto Catarinense-UNIPLAC, através do estágio curricular obrigatório no âmbito do Centro de Referência de Assistência Social-CRAS, em um município de pequeno porte de SC, realizado no período de Março á Novembro de 2017. O objetivo é propiciar a reflexão entre a teoria e a prática profissional do Serviço Social no âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), bem como maior conhecimento a cerca da profissão e atuação profissional. Considerando o estágio como um processo de constante aprendizagem do saber profissional, pode-se ressaltar que no CRAS foi possível observar e analisar o fazer profissional e as demandas que se apresentaram no cotidiano institucional. O CRAS desenvolve seu trabalho diretamente com famílias, indivíduos e no âmbito comunitário. O CRAS faz parte dos serviços de proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social, com objetivo de prevenir as situações de vulnerabilidades e riscos, por meio do desenvolvimento das potencialidades e aquisições. O estágio proporcionou conhecimentos através de atendimentos psicossociais, visita domiciliar, emissão de encaminhamentos para o Beneficio de Prestação Continuada-BPC, mediação de conflitos familiares e comunicação com toda a rede socioassistencial disponível no município. A experiência obtida foi através da observação e participação em cada procedimento e após estes realizou-se diálogos e reflexões referente aos mesmos. Este estimulou o desenvolvimento do senso crítico enquanto acadêmica, tendo em vista que existem vários desafios para a atuação profissional de serviço social nesses espaços. O assistente social está inserido neste espaço visando a garantia de direitos e o empoderamento dos sujeitos que estão em situação de vulnerabilidade social. Com o processo de estágio ficou notório que os limites para a atuação profissional dos assistentes sociais são muitos, para tanto, é necessário que os profissionais estejam sempre se capacitando, participando de movimentos sociais e da categoria, pesquisando a realidade, buscando aprofundamento teórico, para que assim possam enriquecer seu exercício profissional para dar respostas efetivas e concretas às demandas que lhes são apresentadas no seu dia a dia. Neste sentido, o estágio é um momento privilegiado para a construção da identidade profissional.

Palavras-chave


Serviço Social; Politicas Públicas; CRAS; Proteção Básica; Estágio.



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ISSN 2447-2107
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