FORMAÇÃO DOCENTE PARA EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Janice Pereira da Silva, Mariléia Aparecida Wolff Tubs, Sadi Ricardo da Silva Bastos

Resumo


Nos dias atuais com o processo de globalização e a aceitação às diferenças o trabalho do professor sofreu alterações, no sentido de ter que aprender a trabalhar com os mais diferentes tipos de deficiências. A escola tem papel fundamental para a aprendizagem e facilitação da inclusão, deve oferecer ao aluno com deficiência, um profissional capacitado, e a esses oferecer cursos com a finalidade de conhecer novas práticas de ensino e adaptação ao currículo escolar. Os processos de inclusão de sujeitos com deficiência têm representado enorme desafio à prática pedagógica dos professores em geral. No que diz respeito ao espaço físico oferecer acessibilidade, materiais didáticos adaptados, para facilitar a inclusão. A escola de ensino regular deve propiciar aos alunos com deficiência condições de passar de um tipo de ação automática e mecânica para atividades que proporcionem aprendizagens significativas. Este sujeito muitas vezes quando não é bem assistido e direcionado vê diminuídas as suas oportunidades, de conviver com outros, de descobrir possibilidades e potencialidades, de encarar desafios, levando esta aprendizagem para sua a vida. Assim esse estudo tem como objetivo Geral: Conhecer a formação e a prática pedagógica realizada por um segundo professor, que atua com um aluno que possui deficiência, de uma escola da rede Estadual de ensino, localizada no município de Lages, SC , e objetivos específicos: Verificar se há plano de aula específico para este aluno; Saber se a escola possui itens de acessibilidade; averiguar se há o contato do segundo professor com a família do aluno; analisar como é feita a avaliação do aluno com deficiência física e mental; identificar qual nível de formação acadêmica do profissional que atua como segundo professor. Quanto a metodologia, a pesquisa será de caráter exploratório. Os sujeitos da pesquisa será o segundo professor e o aluno com deficiência, quanto as técnicas de coleta de dados será realizada por meio de questionário com perguntas abertas, observação e debate participante. Está tramitando junto ao CEP. A análise dos dados será feita de forma qualitativa. Embora tal projeto esteja em andamento, é possível afirmar através das observações e escritos no referencial teórico, que há necessidade de um acompanhamento educacional desse sujeito com deficiência, vale lembrar que o profissional que irá trabalhar com este aluno deve ter uma boa formação nesta área de inclusão. Sendo preciso refletir sobre a formação dos educadores, não apenas no sentido de preparar para a diversidade, mas para a verdadeira inclusão, o professor deve conhecer as dificuldades encontradas pelo aluno, buscando entendê-lo em suas diferenças únicas.

Palavras-chave


Inclusão; Deficiência; Segundo professor.



REVISTA UNIPLAC
ISSN 2447-2107
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