O impacto de aulas expositivas (ministrada para crianças entre 09 e 11 anos) sobre o reconhecimento de situações de risco para ocorrência de TCE

Victor Frandoloso, Camilla Donida Magnabosco, Felipe Theodoro Bezerra Gaspar Carvalho

Resumo


O trauma é hoje uma das principais causas de morbimortalidade da criança em países desenvolvidos e, também no Brasil, já ocupa lugar destaque nas estatísticas. A melhor maneira de combater a doença trauma e suas consequências é por meio da prevenção do acidente. O objetivo dos programas de prevenção ao trauma é propiciar uma transformação no conhecimento, na atitude e no comportamento por parte de um segmento da sociedade previamente identificado. Simplesmente oferecer informação a vítimas em potencial não é suficiente para prevenir traumas. Deve-se implementar um programa de modo a influenciar a atitude da sociedade e, mais importante, a mudar o comportamento Fundamentados nessas premissas, o projeto Pense Bem, da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, aborda a importância da prevenção do trauma crânio-encefálico. O projeto visa a conscientização de estudantes (entre 9-11 anos) em relação à identificação de situações de risco para ocorrência de trauma crânio-encefálico. O objetivo é identificar o impacto de aulas expositivas (ministrada para crianças entre 09 e 11 anos) sobre o reconhecimento de situações de risco para ocorrência de trauma crânio-encefálico. Serão aplicados questionários padronizados antes e após a intervenção educacional em escolas públicas do município de Lages, SC. Os mesmos questionários serão aplicados às turmas de uma escola escolhida ao acaso 4 meses após a intervenção inicial. Teste t de Student pareado será aplicado para verificar eventual diferença no desempenho dos grupos no pré- e pós-testes iniciais assim como entre os pós-testes iniciais e tardios. A presente pesquisa visa compreender o entendimento da criança no que diz respeito à própria segurança e prevenção de acidentes no trauma crânio-encefálico, essa compreensão tem a finalidade de alertar os poderes públicos e a população em geral sobre a importância dos cuidados com esse grupo e incentivar práticas de ensino relacionadas à prevenção. Estudos anteriores apresentaram resultados conflitantes, os quais os autores atribuem à metodologia empregada.

Palavras-chave


Traumatismo crânio-encefálico; Prevenção de acidentes; Educação.



REVISTA UNIPLAC
ISSN 2447-2107
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