Aloenxertos Ósseos Para Reconstrução De Maxilas Atróficas Em Implantodontia

Renato Valiati, Cesar Augusto Rodenbusch Poletto, Jamile De Meneses Fonte Boa, Layz Wellwoch Senem, Luis Fernando Agostini, Matheus Warmeling Dos Santos, Jefferson Viapiana Paes, Angelita de Cassia Andrade da Rosa

Resumo


Os procedimentos de Implantes osseointegrados vêm aumentando na clínica odontológica, no entanto, em situações na qual o paciente perdeu seus dentes precocemente e como consequência, houve reabsorção do osso alveolar, é necessário que este paciente submeta-se a um enxerto ósseo para a sustentação e posicionamento adequado do implante dentário. Para reconstruir um defeito ósseo alveolar, o osso autógeno é a primeira opção por oferecer maior previsibilidade de resultado, não transmitir doença e oferecer completa histocompatibilidade. Ocorre, porém, que devido aos inconvenientes da remoção do osso autógeno, como a morbidade de uma segunda área cirúrgica para remoção do enxerto, é crescente o interesse por materiais alternativos, como por exemplo, o osso alógeno. Importante esclarecer que o material autógeno é aquele proveniente do corpo do próprio paciente, de sítios doadores extra-bucais como crista ilíaca, tíbia, costela e áreas intra-bucais tais como túber, ramo da mandíbula e área retromolar e mentoniana, enquanto que o osso alógeno é aquele material obtido por meio de bancos de tecidos músculo-esqueléticos (BTME), a partir de doação de órgãos e tecidos. Este projeto propõe avaliar as condições clínicas e radiográficas dos implantes dentários instalados em maxilas edêntulas atróficas reconstruídas com enxertos ósseos alógenos após serem submetidos à função por no mínimo 6 meses. Esta pesquisa é relevante uma vez que, visa demonstrar a eficácia do tecido alógeno, reconstrução do rebordo alveolar para implantes dentários. Esta análise será realizada por meio de avaliação das condições clínicas e radiográficas de enxertos ósseos alógenos e implantes, após a confecção da prótese sobre implante. A amostra será composta por 30 pacientes, voluntários e concordantes com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, usuários de implante dentário submetidos à carga protética funcional por no mínimo 6 meses, no qual foi realizado enxerto ósseo alógeno, na Clínica de Especialidades Odontológicas Lineare, localizada na cidade de Lages/SC. O projeto foi submetido e aprovado pelo Comité de Ética da Universidade do Planalto Catarinense – UNIPLAC, sob número CAAE 34173014.1.0000.5368

Palavras-chave


Aloenxerto ósseo, implantes dentários



REVISTA UNIPLAC
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